A norte-americana Arrah Fisher, compôs quase na totalidade a banda-sonora original de "Azeitona"
A ex-vocalista da banda indie "Arrah and the Ferns", autores do álbum "Evan is a Vegan" (2007), aceitou o repto lançado pelos realizadores e compôs 7 temas originais que irão ornamentar a estética do filme. Para além de Arrah, a BSO conta ainda com a colaboração dos portugueses Bruno Vasconcelos (vocalista dos "The Guys From Caravan") e David Santos aka "Noiserv", nomes emergentes no panorama musical português.
As faixas estão disponiveis no myspace através do link http://www.myspace.com/azeitonaofilme.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Oliveira: Raiz
(Excerto do guião)
"(...)
16 - INT. QUARTO DE OLÍVIA - DIA
Olívia entra em casa. A sua mãe, com os phones postos, dança no meio do quarto. É surpreendida por Olívia.
OLÍVIA
Bravo, Happy Feet!
MÃE DE OLÍVIA
(Falando muito alto)
Que música é esta que vocês ouvem?
Olívia tira-lhe um phone do ouvido.
OLÍVIA
Estás a perguntar-me a mim? Ou ao vizinho da frente?
Mãe de Olívia sorri.
MÃE DE OLÍVIA
(dançando de forma estranha)
É bom. Tem ritmo.
OLÍVIA
Tu é que não... Que dança é essa?
Mãe de Olívia pega na mão de Olívia e apela à dança desta.
MÃE DE OLÍVIA
Há quanto tempo não danças?
OLÍVIA
Queres dizer dançar, dançar? Ou abanar-me como se tivesse Parkinson?
Mãe sorri e põe um phone no ouvido de Olívia.
MÃE DE OLÍVIA
Fecha os olhos.. Andas muito tensa, filha...
OLÍVIA
Tensa, eu? Só sinto o Mundo todo a desmoronar-se, à minha volta... Nada preocupante.
MÃE DE OLÍVIA
Precisas mesmo de aprender a dançar!
OLÍVIA
Ah! E é contigo que vou aprender?
MÃE DE OLÍVIA
Posso não saber muita coisa. Mas dançar é comigo!
OLÍVIA
Ahã! Dá para ver... Só por curiosidade, já alguém te disse que já começou um novo milénio?
MÃE DE OLÍVIA
Não sabes mesmo dançar, pois não? Não tem a ver com estilo. É uma questão de harmonia... equilíbrio... Tens que te adaptar ao ritmo. Sente: Um, dois! Um, dois!
OLÍVIA
Mãe, por favor...
MÃE DE OLÍVIA
Um, dois! Tens de encontrar essa harmonia. És tu e a música. Nada mais interessa. Ela marca o passo e tu deixas-te guiar.
OLÍVIA
Mãe... Estiveste a beber?
MÃE DE OLÍVIA
Quando perceberes isso, vais encontrar a tua harmonia.
OLÍVIA
Ok, estiveste a fumar...
Olívia tira o phone do ouvido e afasta-se da mãe.
MÃE DE OLÍVIA
Tens de saber dançar com a tua vida, filha. Encontrar o equilíbrio.
OLÍVIA
E onde está o teu, mãe?
MÃE DE OLÍVIA
(pára de dançar)
Posso falhar em muita coisa; Ser a mãe mais falhada do Mundo! Mas podes ter a certeza de uma coisa: Nunca nego uma dança quando a vida me pede!
OLÍVIA
Ai vives em... harmonia? A tua vida é maravilhosa, não haja dúvida!
MÃE DE OLÍVIA
Podes crer que sim! Podes crer que sim! È maravilhosa porque tenho-te a ti! Mais milhões de pequenas coisas que me fazem sorrir a toda a hora!
OLÍVIA
Ya: Cannabis, ganza, vodka...
MÃE DE OLÍVIA
(triste) Devias mesmo aprender a dançar...
Mãe de Olívia põe o phone, recomeça a dançar e fecha os olhos. Olívia sai de casa.
(...)"
"(...)
16 - INT. QUARTO DE OLÍVIA - DIA
Olívia entra em casa. A sua mãe, com os phones postos, dança no meio do quarto. É surpreendida por Olívia.
OLÍVIA
Bravo, Happy Feet!
MÃE DE OLÍVIA
(Falando muito alto)
Que música é esta que vocês ouvem?
Olívia tira-lhe um phone do ouvido.
OLÍVIA
Estás a perguntar-me a mim? Ou ao vizinho da frente?
Mãe de Olívia sorri.
MÃE DE OLÍVIA
(dançando de forma estranha)
É bom. Tem ritmo.
OLÍVIA
Tu é que não... Que dança é essa?
Mãe de Olívia pega na mão de Olívia e apela à dança desta.
MÃE DE OLÍVIA
Há quanto tempo não danças?
OLÍVIA
Queres dizer dançar, dançar? Ou abanar-me como se tivesse Parkinson?
Mãe sorri e põe um phone no ouvido de Olívia.
MÃE DE OLÍVIA
Fecha os olhos.. Andas muito tensa, filha...
OLÍVIA
Tensa, eu? Só sinto o Mundo todo a desmoronar-se, à minha volta... Nada preocupante.
MÃE DE OLÍVIA
Precisas mesmo de aprender a dançar!
OLÍVIA
Ah! E é contigo que vou aprender?
MÃE DE OLÍVIA
Posso não saber muita coisa. Mas dançar é comigo!
OLÍVIA
Ahã! Dá para ver... Só por curiosidade, já alguém te disse que já começou um novo milénio?
MÃE DE OLÍVIA
Não sabes mesmo dançar, pois não? Não tem a ver com estilo. É uma questão de harmonia... equilíbrio... Tens que te adaptar ao ritmo. Sente: Um, dois! Um, dois!
OLÍVIA
Mãe, por favor...
MÃE DE OLÍVIA
Um, dois! Tens de encontrar essa harmonia. És tu e a música. Nada mais interessa. Ela marca o passo e tu deixas-te guiar.
OLÍVIA
Mãe... Estiveste a beber?
MÃE DE OLÍVIA
Quando perceberes isso, vais encontrar a tua harmonia.
OLÍVIA
Ok, estiveste a fumar...
Olívia tira o phone do ouvido e afasta-se da mãe.
MÃE DE OLÍVIA
Tens de saber dançar com a tua vida, filha. Encontrar o equilíbrio.
OLÍVIA
E onde está o teu, mãe?
MÃE DE OLÍVIA
(pára de dançar)
Posso falhar em muita coisa; Ser a mãe mais falhada do Mundo! Mas podes ter a certeza de uma coisa: Nunca nego uma dança quando a vida me pede!
OLÍVIA
Ai vives em... harmonia? A tua vida é maravilhosa, não haja dúvida!
MÃE DE OLÍVIA
Podes crer que sim! Podes crer que sim! È maravilhosa porque tenho-te a ti! Mais milhões de pequenas coisas que me fazem sorrir a toda a hora!
OLÍVIA
Ya: Cannabis, ganza, vodka...
MÃE DE OLÍVIA
(triste) Devias mesmo aprender a dançar...
Mãe de Olívia põe o phone, recomeça a dançar e fecha os olhos. Olívia sai de casa.
(...)"
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Media, O Interior
Já se encontra nas bancas o jornal O Interior com um artigo de Igor de Sousa Costa sobre "Azeitona".
"Alunos de Cinema da UBI realizam tributo a Manoel de Oliveira
“Azeitona” reúne grandes actores na Covilhã
Orlando Costa, Teresa Madruga, Rui Santos e Fernando Taborda são alguns dos actores que participaram em "Azeitona". Quatro mestrandos de Cinema na Universidade da Beira Interior (UBI) convidaram outros tantos grandes nomes da representação em Portugal, aos quais se juntou Pedro Azevedo, director de fotografia, algumas jovens promessas do cinema e vários jovens da Covilhã. A experiência e a aprendizagem reuniram-se no trabalho académico de Ana Almeida, Humberto Rocha, João Gazua e Luís Campos, partindo de um trocadilho semântico em redor da vida e obra de Manoel de Oliveira.
«O tema foi visto com alguma relutância pela generalidade dos grupos pois, para além de ser um tema muito fechado, o cinema de Manoel de Oliveira é alvo de um preconceito que nós próprios temos de assumir», admite Humberto Rocha. Ainda assim, o grupo recorreu a uma certa subtileza e tentou abordar algumas das suas experiências enquanto alunos da UBI. Trata-se da história de dois amores complicados, em duas gerações separadas pelo tempo, mas a luta contra os medos interiores é superada por Olívia e pelo sr. Manuel.
Foram cinco dias intensos de rodagem que decorreu sobretudo no centro da Covilhã, em que todos participaram gratuitamente. «Achei extraordinário que a Teresa Madruga tenha recebido o guião quatro dias antes e tenha começado a construír a personagem de imediato. Percebeu logo o que queríamos e trouxe ideias que ainda não nos tinham passado pela cabeça, ao nível do guarda-roupa, caracterização ou das músicas que teria de dançar», exemplifica Humberto Rocha.
Da participação de Orlando Costa, os jovens cineastas elogiam «tudo aquilo que nos ensinou ao nível da direcção de actores. Foi incrível como, para além de nos ajudar com a sua experiência, esteve sempre disponível para receber as nossas indicações», lembra. Orlando Costa mostrou-se agradado com o convite: «Estes são os profissionais do futuro da minha actividade. Para além disso, tenho um amor muito grande à minha profissão e é por isso que trabalho aqui, à borla», revela. Ainda assim, destaca o profissionalismo dos estudantes: «Têm uma preocupação muito grande para que tudo saia perfeito. Tiro-lhes o meu chapéu, pois quem está a aprender trabalha mais». A aprender, apesar de já ter terminado o curso de teatro, estava também Cláudia Manuel, a protagonista. Os realizadores viram nela «a imagem, a subtileza e o sarcasmo que se pretendia para a Olívia».
Um trabalho que também Rui Santos (César, no filme) elogia. Esta não é a primeira vez que o actor colabora gratuitamente com jovens realizadores. Por isso, incita as empresas a também elas financiarem o cinema português: «É preciso apostar na qualidade e na divulgação. Se os filmes forem bons e bem divulgados, o que é muito caro, há retorno, depois, em bilheteiras». Pedro Azevedo, agora a trabalhar em Madrid, defende que «estes projectos não podem ficar na gaveta ou no Youtube. Há que enviá-los para festivais para conseguir projecção e, quem sabe, prémios». Humberto Rocha e os colegas de projecto são da mesma opinião: «Concorrer a apenas um ou dois festivais é muito pouco. Queríamos ter o filme a andar um ano, pelo menos, no circuito europeu de festivais, mas até isso custa dinheiro. Esta seria uma boa forma de projectar e divulgar o curso», rematam." in O Interior por Igor de Sousa Costa
"Alunos de Cinema da UBI realizam tributo a Manoel de Oliveira
“Azeitona” reúne grandes actores na Covilhã
Orlando Costa, Teresa Madruga, Rui Santos e Fernando Taborda são alguns dos actores que participaram em "Azeitona". Quatro mestrandos de Cinema na Universidade da Beira Interior (UBI) convidaram outros tantos grandes nomes da representação em Portugal, aos quais se juntou Pedro Azevedo, director de fotografia, algumas jovens promessas do cinema e vários jovens da Covilhã. A experiência e a aprendizagem reuniram-se no trabalho académico de Ana Almeida, Humberto Rocha, João Gazua e Luís Campos, partindo de um trocadilho semântico em redor da vida e obra de Manoel de Oliveira.
«O tema foi visto com alguma relutância pela generalidade dos grupos pois, para além de ser um tema muito fechado, o cinema de Manoel de Oliveira é alvo de um preconceito que nós próprios temos de assumir», admite Humberto Rocha. Ainda assim, o grupo recorreu a uma certa subtileza e tentou abordar algumas das suas experiências enquanto alunos da UBI. Trata-se da história de dois amores complicados, em duas gerações separadas pelo tempo, mas a luta contra os medos interiores é superada por Olívia e pelo sr. Manuel.
Foram cinco dias intensos de rodagem que decorreu sobretudo no centro da Covilhã, em que todos participaram gratuitamente. «Achei extraordinário que a Teresa Madruga tenha recebido o guião quatro dias antes e tenha começado a construír a personagem de imediato. Percebeu logo o que queríamos e trouxe ideias que ainda não nos tinham passado pela cabeça, ao nível do guarda-roupa, caracterização ou das músicas que teria de dançar», exemplifica Humberto Rocha.
Da participação de Orlando Costa, os jovens cineastas elogiam «tudo aquilo que nos ensinou ao nível da direcção de actores. Foi incrível como, para além de nos ajudar com a sua experiência, esteve sempre disponível para receber as nossas indicações», lembra. Orlando Costa mostrou-se agradado com o convite: «Estes são os profissionais do futuro da minha actividade. Para além disso, tenho um amor muito grande à minha profissão e é por isso que trabalho aqui, à borla», revela. Ainda assim, destaca o profissionalismo dos estudantes: «Têm uma preocupação muito grande para que tudo saia perfeito. Tiro-lhes o meu chapéu, pois quem está a aprender trabalha mais». A aprender, apesar de já ter terminado o curso de teatro, estava também Cláudia Manuel, a protagonista. Os realizadores viram nela «a imagem, a subtileza e o sarcasmo que se pretendia para a Olívia».
Um trabalho que também Rui Santos (César, no filme) elogia. Esta não é a primeira vez que o actor colabora gratuitamente com jovens realizadores. Por isso, incita as empresas a também elas financiarem o cinema português: «É preciso apostar na qualidade e na divulgação. Se os filmes forem bons e bem divulgados, o que é muito caro, há retorno, depois, em bilheteiras». Pedro Azevedo, agora a trabalhar em Madrid, defende que «estes projectos não podem ficar na gaveta ou no Youtube. Há que enviá-los para festivais para conseguir projecção e, quem sabe, prémios». Humberto Rocha e os colegas de projecto são da mesma opinião: «Concorrer a apenas um ou dois festivais é muito pouco. Queríamos ter o filme a andar um ano, pelo menos, no circuito europeu de festivais, mas até isso custa dinheiro. Esta seria uma boa forma de projectar e divulgar o curso», rematam." in O Interior por Igor de Sousa Costa
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Rodagem, Resquícios da Memória
'Foi a semana mais dura e deliciosa dos últimos tempos! Melancolia surge agora que acabou…. O regresso a casa tão desejado afinal custa.
São dias de bruta agitação de minúsculas horas de sono, de calor medonho de discussão e rabugice, mas são dias de sorrisos por cada take bem feito e por cada piada que surge das mais ridículas situações! Cada “esta feito” era um suspiro de alivio mas só nós sabemos como queríamos repetir vezes sem conta o ultimo plano para que não acabasse! Foi uma experiencia extremamente positiva que guardarei sempre no coração! Mais um passo no meu crescimento como actriz, por tudo que aprendi com todos …que me ensinaram tanto em cada palavra, movimento e dedicação.
Obrigada pela paciência e pelos momentos de profunda diversão.
Azeitonas que a terra produziu….
Oliveiras da minha jornada……
Um abraço sem fim!'
by Cláudia Manuel in 01/07/08 (1 dia após o término da rodagem)
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Azeitona, o Merchandising
Orlando Costa, o Sr. Manuel

O Bracarense Orlando Costa foi o actor escolhido para encarnar "Sr. Manuel", o proprietário da tasca "V Império" e Senhorio de "Olivia".
"Popularizado pela televisão, participou regularmente em séries, novelas ou telefilmes, tendo protagonizado Zé Gato, série de Rogério Ceitil (RTP1, 1979-80). Foi ainda o actor de Contos Mágicos (1985), A Mala de Cartão, ao lado de Irene Papas (1988), A Morgadinha dos Canaviais (1990), Desencontros (1995), Polícias (1996), Ballet Rose de Leonel Vieira (1998), O Fura-Vidas (1999), Capitão Roby (2000), Olhos de Água (2001), João Semana (2005) ou Quando os Lobos Uivam (2006).
No cinema salienta os filmes Coisa Ruim de Tiago Guedes e Frederico Serra (2006), A Filha de Solveig Nordlund (2003), A Dupla Viagem de Teresa Garcia (2000), O Anjo da Guarda de Margarida Gil (1999), Sapatos Pretos de João Canijo (1998), Três Irmãos de Teresa Villaverde (1994), Amor e Dedinhos de Pé de Luís Filipe Rocha (1993), Jogo de Mão de Monique Rutler (1984) ou A Santa Aliança de Eduardo Geada (1980)." in wikipédia
Luis Cassapo, o Zé

O Covilhanense Luis Cassapo foi a pessoa escolhida para interpretar "Zé", o comparsa de "Horácio".
Apaixonado pelo Cinema, e pela arte dramática (formador e encenador dos grupos de teatro amador do Distº. de Castelo Branco nas décadas de 80/90) Luis Cassapo organizou durante anos a SEMANA DO CINEMA EUROPEU, e as 3 primeiras edições do recente FESTIVAL DE CINEMA DA COVILHÃ. Protagonizou ainda as curtas-metragens "Desejos Ocultos", realizada sob a coordenação de José Nascimento e "Crosswalk", de Telmo de Campos Martins, vencedora do Istock Video Contest e do prémio Sapo Videos, do 23.º Festroia - Festival Internacional de Cinema de Setúbal.
domingo, 22 de junho de 2008
Teresa Madruga, a 'Mãe de Olívia'

É com orgulho que comunicamos a mais recente conquista do projecto.
Teresa Madruga, a multifacetada actriz natural dos Açores, será a Mãe de Olívia em "Azeitona".
"Com uma filmografia de quase trinta e cinco títulos, destaca-se o trabalho com realizadores como António Pedro Vasconcelos, Manoel de Oliveira, João César Monteiro, João Canijo, José Álvaro de Morais, João Pedro Rodrigues, João Mário Grilo, Fernando Vendrell, João Botelho, Fernando Matos Silva, Fernando Lopes ou António da Cunha Telles. O seu papel de protagonista no filme do suíço Alain Tanner Dans la Ville Blanche (1983) valeu-lhe o reconhecimento internacional e a participação em produções estrangeiras, nomeadamente em Espanha, França, Itália. Em 1995 apareceu ao lado de Marcello Mastroianni no filme Afirma Pereira de Roberto Faenza (...) é de salientar o Prémio de Melhor Actriz no Festival du Court Metrage de Clermont–Ferrand, pela sua interpretação em D' Aprés Maria de Jean Claude Robert, filme também nomeado para os British Academy Awards e Prémios César do Cinema Francês; o Sete de Cinema para a melhor interpretação feminina em Dans La Ville Blanche.", in Wikipédia
Fernando Taborda, o Horácio

Fernando Taborda foi o actor convidado para o papel de 'Horácio'. Participou na longa-metragem "Esquece Tudo O Que Te Disse" de António Ferreira e na curta-metragem "Pago Para Ver", de Luís Manuel Almeida (uma das 24 curtas seleccionadas em todo o mundo para exibição no "Pangea Day"), entre inúmeros outros trabalhos quer no cinema, quer no teatro.
"Em Galileu Galilei, Brecht eleva a ciência ao estatuto de suprema bússola que explora a intimidade escatológica e contraditória do ser humano. Impressionante e surpreendente é, no entanto, a profundidade com que a interpretação de Fernando Taborda esmaga a peça, estilhaçando-a em fracções de imagens, gestos e missivas. Aos poucos, é o actor que se afirma como o todo que deveria estruturar a peça, porque apaixonado, divertido, perspicaz e íntegro na sua entrega ao papel. Verdadeiro, ele próprio. Uma referência, um ícone incontornável do teatro português.", in Evidence and Chlorine
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Rui Santos, o professor César

Rui Santos foi o actor escolhido para a personagem do "prof. César". Com um percurso de 10 anos na área da representação em teatro e televisão, Rui Santos celebrizou-se pelas suas participações nas novelas “Filha do Mar”, “Anjo Selvagem”, “Saber Amar” e, mais recentemente interpretou Sérgio, o inspector da polícia judiciária na série “Inspector Max”. Em 2007 desempenha o papel de "DR. Duarte Lobo" na curta-metragem Santuário, das produções Mágica Casa.
terça-feira, 17 de junho de 2008
PA, o Director de Fotografia

Pedro Azevedo foi o Director de Fotografia convidado para assumir a imagem do filme.
Pedro Azevedo (1974) tem uma Pós-Graduação em Direcção de Fotografia Cinematográfica pela Escola Superior de Cinema i Audiovisuals de Catalunya - UB (Universidade de Barcelona).
O seu percurso profissional na área do audiovisual começa no ano de 2002 e já conta com inúmeros trabalhos na direcção de fotografia de longas e curtas metragens, videoclips musicais e publicidade. Nos últimos anos tem dedicado grande parte do seu trabalho ao desenvolvimento das tecnologias em cinema digital.
Cúmplices admiradores do trabalho de PA, justificamos a escolha pela sua experiência na cinematografia digital e pela sua óbvia sensibilidade estética.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Cláudia, a Protagonista
Cláudia Manuel será Olívia, a personagem principal de "Azeitona".
Cláudia Manuel da Silva com 23 anos é finalista do curso de interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo. Actualmente fez uma pequena formação televisiva e integrou se no elenco do mesmo projecto. Apaixonada também pelo teatro de rua apresenta se assiduamente em feiras medievais e festivais de teatro de rua com espectáculos próprios em conjunto com o seu grupo “Istáminé”.



Cláudia Manuel da Silva com 23 anos é finalista do curso de interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo. Actualmente fez uma pequena formação televisiva e integrou se no elenco do mesmo projecto. Apaixonada também pelo teatro de rua apresenta se assiduamente em feiras medievais e festivais de teatro de rua com espectáculos próprios em conjunto com o seu grupo “Istáminé”.
Após um longo período de ponderação, a escolha recaiu, por unanimidade, na jovem e promissora actriz que se estreará no grande ecrã.




terça-feira, 3 de junho de 2008
Oliveira: Semente
Sinopse
Olívia é caloira de cinema. Recém-chegada a uma nova realidade deixa-se levar pelo espírito académico, envolvendo-se com um estranho. Este é César, o seu inesperado professor de Filmologia, que impõe à turma a realização de um pequeno filme sobre Manoel de Oliveira. Dividida entre as alucinadas visões dos fregueses da tasca do seu senhorio, o carismático Sr. Manuel, e as intelectuais opiniões dos seus colegas em busca do argumento perfeito, Olívia envolve-se num jogo de sedução pouco escrupuloso com o professor César. Para piorar a situação, recebe a inesperada visita da mãe, professora de pintura cuja criatividade é sustentada por… pirolitos!?!?
Conseguirá Olívia desprender-se do preconceito em redor do cinema de Oliveira e encontrar a verdadeira mise-en-scène da coisa?
Olívia é caloira de cinema. Recém-chegada a uma nova realidade deixa-se levar pelo espírito académico, envolvendo-se com um estranho. Este é César, o seu inesperado professor de Filmologia, que impõe à turma a realização de um pequeno filme sobre Manoel de Oliveira. Dividida entre as alucinadas visões dos fregueses da tasca do seu senhorio, o carismático Sr. Manuel, e as intelectuais opiniões dos seus colegas em busca do argumento perfeito, Olívia envolve-se num jogo de sedução pouco escrupuloso com o professor César. Para piorar a situação, recebe a inesperada visita da mãe, professora de pintura cuja criatividade é sustentada por… pirolitos!?!?
Conseguirá Olívia desprender-se do preconceito em redor do cinema de Oliveira e encontrar a verdadeira mise-en-scène da coisa?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Azeitona, O Filme
Azeitona é um projecto cinematográfico de 4 alunos do Mestrado em Cinema - Realização, na Universidade da Beira Interior.
Este é o blogue que servirá de apoio à divulgação de todos os assuntos relacionados com a produção do mesmo. Comprometemo-nos a postar, com a regularidade possível, os processos pelos quais o filme passará e as conquistas que, certamente, irá conseguir.
Dentro em breve levantaremos um pouco do véu. Fiquem atentos.
A azeitona é o fruto da Oliveira (Olea europea), árvore predominantemente mediterrânica e que pode chegar até aos mil anos de longevidade.
Este é o blogue que servirá de apoio à divulgação de todos os assuntos relacionados com a produção do mesmo. Comprometemo-nos a postar, com a regularidade possível, os processos pelos quais o filme passará e as conquistas que, certamente, irá conseguir.
Dentro em breve levantaremos um pouco do véu. Fiquem atentos.
A azeitona é o fruto da Oliveira (Olea europea), árvore predominantemente mediterrânica e que pode chegar até aos mil anos de longevidade.
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